terça-feira, 1 de junho de 2010

tomando fôlego

passei um tempo deprimido,  sem saber como escrever, ( você deve estar pensando  aaa mais como um cara  faz  para esquecer como se escreve) bem não saber não significa que não sabia como escrever mais sim que não tinha expiração para escrever, mais  eu andei refletindo sobre mim e sobre minhas verdades e escolhas e uma das minhas reflexões se define bem  nessa parábola de um chinês cujo o nome eu desconheço, mais com as idéias dele que me  falaram não sua raça,credo, cor ou religião o nome dele pouco importa então aqui vai ela sem mais delongas espero q vocês também  gostem e reflitam sobre ela:

Um homem muito correto em sua vida sabe daqueles que nunca pecam que nunca pergunta antes de obedecer  uma  ordem nem nunca se questionou sobre os grandes dilemas da vida.  Morreu  e quando  se viu do outro lado num lugar exatamente como ele imaginava o paraíso, pensou finalmente minha vida regrada e sem graça  deu em alguma coisa  aqui  vou encontrar a paz que não tive em vida  sem minha esposa e sem meus filhos para perturbar meu ajuizo, sem chefes me mandando fazer o que eu não quero fazer, sem regras da igreja para seguir,então ele  foi andando por aquele verde campo ensolarado e fresco, ate que se recostou  em uma arvore unica que se encontrava no alto de uma colina, assim que se sentou para relaxar  de uma  vida massiva e fatigante  um homem vestido de mordomo  com uma bandeja  de prata brilhante  apareceu ao seu lado e disse:
 -  Parabéns  o senhor chegou ate aqui, aqui   tudo o que você  quiser  e só me pedir que eu trarei.

E dizendo isso desapareceu assim como apareceu e assim  foi durante dias  ou  mesmo meses ate o momento em que  a banalidade começou a tomar conta do homem ficar ali parado tendo tudo na sua mão não estava mais  satisfazendo  seus desejos, ele queria  ver coisas diferentes do habitual paraíso  em que estava, então ele  chamou o homem  que providenciava todos os seus desejos e disse:
-  sabe  ficar aqui tem me entediado  acho que  vou dar uma  volta no inferno para  sair da banalidade.
o mordomo  fez uma expressão sinica  que antes não demonstrara em seu rosto e disse de forma sombria:
-  o senhor não pode ir ao inferno pois o senhor já esta nele!